Mexericos

Só não tem adversários, quem nunca competiu!
Só não tem opositores invejosos, quem nunca triunfou!
Eu tenho as duas coisas!

Faz parte da vida! Mas quando esses adversários e opositores passam do limite, vale um desabafo - embora eu tenha um verdadeiro pavor de ser interpretado ou acusado de "vitimista"! Esta é a última característica que não vão encontrar em mim. Eu nunca reclamo, nunca choramingo! Pelo contrário, quando me vejo acuado ou acusado pelos patrulhadores de plantão, me calo e me afasto.

Entretanto, chega num ponto que esses "maritacas" revoam, circulam e gritam tanto, que começa a nos perturbar demasiado. Em outras palavras, chega uma hora que os futiqueiros se agitam, fofocam e falam tanto, que nos aborrecem.

E como falam!!!!...
Eu costumo dizer que se 10% das acusações e narrativas levianas que me atribuíram fosse verdade, eu merecia ter ido para uma fogueira da inquisição ou ter sido pendurado numa forca em praça pública, há pelo menos 30 anos atrás.

Ao longo desses quase 30 anos que venho observando essas "maritacas" (que felizmente são poucas, mas fazem um barulho danado), eu tenho me mantido calado, acreditando e esperando que a verdade fatídica e óbvia prevaleça.

Contudo, algumas mentalidades frágeis e vulneráveis, suscetíveis à manipulação cretina, não só se deixam levar pela narrativa falsa, como também, em alguns raros e perversos casos, passam a contribuir e levar adiante as versões mentirosas e os fatos inventados (e, pasmem: existe desses "raros e perversos casos" dentro da minha própria linhagem consanguínea).

E essa gente é incansável! Entra ano e sai ano e eles continuam me vigiando, me patrulhando diuturnamente e tentando, a qualquer custo, emplacar algum atributo nocivo, suficientemente pejorativo para detonar de vez a minha reputação e a minha índole.

Nessa incansável busca de atributos nocivos para me rotularem, eles se abstraem, fantasiam e deliram! Falam e inventam livremente! Já fui acusado de coisas impronunciáveis aqui (senão o Facebook bloqueia minha conta).

Tem acusações de natureza moral, algumas relacionadas à seara da pornografia, promiscuidade e imoralidade - coisas que eu sempre abominei, além de INFIDELIDADE (essa é a predileta de algumas protagonistas mais revoltadas, pois lhes serve de cortina de fumaça e de justificativa para encobrir sua própria conduta).

E não fica só nisso! Qualquer revés ou qualquer infortúnio que porventura eu tenha enfrentado na vida pessoal ou na carreira profissional, pode ser usado pelas "maritacas", como argumento fajuto para me atingir e tentar me desmoralizar perante a sociedade.

Porém, jamais admitem qualquer virtude que eu possa ter, jamais manifestam qualquer menção à minha luta árdua e solitária...

Eu digo "solitária", porque tudo o que eu conquistei, foi por minha conta e risco, sempre!

Meu querido e saudoso pai me proporcionou apenas o básico essencial; mesmo assim, até os 15 anos de idade. A partir daí, o resto foi comigo e é até hoje.

Nem com mensalidade escolar ele jamais teve que se preocupar! Eu sempre estudei em escola pública ou eu mesmo banquei meus estudos.

O maior legado do meu pai foi ter forjado o meu caráter com base em princípios de moral, de ética, de honra e de honestidade, temperado por algumas boas chibatadas no lombo. Por tudo isso eu o agradecerei eternamente!

E nenhuma das dificuldades que enfrentei me impediu de conquistar três diplomas universitários e pelo menos seis certificações de pós-graduação, inclusive uma de Mestrado.

Mas disso, esses "maritacas" jamais falam! Fingem que não sabem!

Fingem que não sabem que eu trabalho e pago Imposto de Renda e Previdência Social há mais de 40 anos, e pago muito!... Fingem que não sabem que o meu emprego dos últimos 30 anos, foi conseguido por meio de um concurso, no qual eu concorri com 850 candidatos por vaga.

E um dos fatos prediletos deles para tentar me desqualificar, é fazer referência a uma ocasião em que fui vítima de uma perseguição política, a qual me causou severos danos profissionais, além de muita decepção e desilusão.

E adivinha o que eu encontro nos autos do processo judicial?
- depoimentos e declarações levianas de pessoas ligadas a mim por laços familiares, dando respaldo e vazão aos delírios fantasiosos e cretinos de moleques do Ministério Público, essa banda podre da justiça brasileira, que  naquela ocasião me envolveu com um grupo de pessoas que eu sequer conhecia, como forma absurda e ilegítima de me incriminar também.

Para quem não se lembra ou não acompanhou o caso, tratou-se de uma rixa política, na qual um grupo tentava tirar o invencível governador Joaquim Roriz da política do Distrito Federal e, naquela ocasião, eu era sócio de uma empresa de consultoria que prestava serviço a um órgão ligado ao governo do Distrito Federal; empresa esta absolutamente legal, que trabalhava sob contrato licitado rigorosamente dentro da lei, prestando serviços de alta relevância e proporcionando economias importantes, recebendo legitimamente por meio do sistema bancário. Tudo absolutamente normal, regular, transparente e legal.

Também naquela ocasião (POR UMA INUSITADA COINCIDÊNCIA), eu fazia um magnífico trabalho de combate à corrupção na Administração Pública Federal, ocupando as funções de Diretor de Auditoria e Presidente de Processos Administrativos Disciplinares, oportunidade em que submeti relatórios de investigação ao Ministério Público que culminaram na prisão de um ex-ministro (José Cechin, da Previdência), assim como provocado a demissão, a bem do serviço público, de altos figurões da casa civil, como o senhor Israel Guerra, filho de Erenice Guerra, que era a segunda autoridade mais forte da República na ocasião (veja os detalhes dessa história no comentário abaixo).

Contudo, o Ministério Público arquitetou uma manobra que vinculava o meu nome ao grupo ligado ao Governador Roriz e, assim, tentando me incriminar, me tirava da condição de protagonista de tantas investigações que prejudicavam o esquema corrupto da Administração Pública Federal.

Mesmo assim, passaram-se décadas e nunca conseguiram apresentar uma única prova sequer que materializasse as elucubrações inventadas ao meu respeito. 

Porém, a ação dessa trupe de "maritacas" patrulheiras a que me refiro, continua incansável. 

Ou seja, a justiça brasileira escrafunchou a minha vida durante 18 anos, vasculhou e chafurdou de cabo a rabo e nunca conseguiu materializar razões para me condenar; mas os linguarudos e os futiqueiros de plantão têm suas razões, e de sobra.

Contudo, muito além dos prejuízos e a canseira causados no âmbito do judiciário, a ação dessas "maritacas" frutiqueiras ainda continua tentando me prejudicar, volta e meia, ressuscitando aquelas leviandades perversas inventadas.

[Tags desabafo acusações leviandades futicos fofocas]

** Matéria publicada no Facebook em 31/01/2018 - Clique e veja 

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Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, Especialista em Direito Administrativo Disciplinar, ex Diretor de Auditoria Legislativa e ex Presidente de Processos Disciplinares na Administração Federal Brasileira, Diplomado da Escola Superior de Guerra, M∴M∴, Escritor, Músico Amador, Meio-Maratonista, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia.